Amigos
Mais uma exclusividade!
Violeiro Roberto Correa interpretando uma das suas primeiras composições: "Parecença". Entrevista realizada pelo Viola Catarina com ele e Chico Nogueira, do Mambembrincantes.
Em breve trechos da entrevista.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Vídeo Exclusivo
Amigos
Disponibilizo aqui um vídeo do violeiro Chico Nogueira tocando a música "Águas Emendadas", gravado em entrevista com ele juntamente com o violeiro Roberto Correa.
Disponibilizo aqui um vídeo do violeiro Chico Nogueira tocando a música "Águas Emendadas", gravado em entrevista com ele juntamente com o violeiro Roberto Correa.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Fotos em Brasília
Amigos violeiros
Viola Catarina desbravando o Brasil em busca dos detalhes e nuances da viola caipira. A recente viagem feita ao Planalto Central, bons frutos pela caminhada. Estive em uma apresentação onde se apresentaram bons artistas entre eles o violeiro Marcos Mesquita, o grupo Mambembrincantes, do violeiro e amigo Chico Nogueira. Também estive conversando com o professor e violeiro Roberto Correa. Aos poucos vou editando e postando o material aqui.
Fiquem atentos ao som do coração, pois através dele ponteia as mãos de nosso Pai.
abraço a todos.
Confiram algumas fotos:
http://www.flickr.com/photos/violacatarina/
Viola Catarina desbravando o Brasil em busca dos detalhes e nuances da viola caipira. A recente viagem feita ao Planalto Central, bons frutos pela caminhada. Estive em uma apresentação onde se apresentaram bons artistas entre eles o violeiro Marcos Mesquita, o grupo Mambembrincantes, do violeiro e amigo Chico Nogueira. Também estive conversando com o professor e violeiro Roberto Correa. Aos poucos vou editando e postando o material aqui.
Fiquem atentos ao som do coração, pois através dele ponteia as mãos de nosso Pai.
abraço a todos.
Confiram algumas fotos:
http://www.flickr.com/photos/violacatarina/
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Músicos estão desobrigados a ter registro
O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou, na segunda-feira, a obrigatoriedade de registro na Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) para exercer a profissão de músico. A decisão foi tomada no julgamento de uma ação movida em SC, em 2000.
A decisão foi unânime. A relatora do processo, ministra Ellen Gracie, baseou seu voto nos incisos 9 e 13 do artigo 5º da Constituição Federal: “É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.
Os ministros enquadraram a situação no direito à liberdade de expressão e compararam o caso ao diploma de jornalista, que teve sua exigência banida pela Corte em 2009. Para Gracie, o registro em entidades só pode ser exigido quando o exercício da profissão sem controle representa “risco social”.
– Fico feliz, afinal, a relação dos músicos com a Ordem não é recíproca. A contribuição financeira das taxas não traz retorno para os profissionais – diz o músico André Seben.
O presidente regional da OMB em SC, Sebastião Carlos Machado, considera a decisão “um retrocesso”, por achar que a vinculação à Ordem é uma via para a organização.
– Desde que assumi, nenhum músico foi impedido de tocar por não ter registro. Nosso trabalho tem sido cobrar dos empregadores o pagamento de direitos trabalhistas. Eu só lamento que a classe em SC seja desunida.
Fonte: Jornal Diário Catarinense
sexta-feira, 8 de julho de 2011
A nova moda da viola: ter diploma
Universidade de São Paulo oferece curso superior em viola caipira
Tião Carreiro, Gedeão da Viola, Renato Andrade e até blues e rock. É raro não ter cantoria na Toca do Saci, república de Ribeirão Preto onde moram sete estudantes da USP. Quatro deles alunos do Bacharelado em Viola Caipira. Entre esses, Ighor Aguila e Thiago Rossi, que se formam no fim do ano e serão os dois primeiros diplomados do curso, criado em 2005.
"Cresci ouvindo Almir Sater e Renato Teixeira", lembra Aguila. Ele tem 26 anos e se dedica ao instrumento desde os 18. "Dependendo do estado de espírito, tocamos de Tião Carreiro a rock-and-roll na viola", conta Rossi, de 23 anos, violeiro há 9.
Ambos juram pelas cordas de suas violas que não tiveram resistência dos pais quando optaram por um curso tão inusitado. "Apesar de terem um receio quanto ao potencial retorno financeiro dessa minha escolha, eles me apoiaram bastante", diz Aguila, filho de um engenheiro civil e de uma psicóloga. Após formado, ele pretende conciliar sua carreira de compositor com aulas particulares e pesquisas acadêmicas.
Músico e pesquisador, Ivan Vilela é o principal responsável pela idéia de levar um instrumento tão popular para os bancos universitários. "Deve ser o único curso superior de viola caipira no mundo", afirma. "A viola tem um contexto social: aproxima pessoas que querem resgatar valores do campo, mesmo vivendo na cidade." Mas Vilela não estava completamente satisfeito. Queria que as aulas fossem oferecidas na capital. "São Paulo foi o grande palco da migração. Tornou-se repositório da cultura caipira."
Ele crê que na capital é maior o interesse pelo instrumento. Uma prova? "Há mais de 15 orquestras de viola caipira na região metropolitana", estima. "Nos últimos 12 anos, foram lançados mais de 40 discos de viola instrumental no País." É a verdadeira moda da viola.
No concurso vestibular para 2009, as duas vagas anuais de viola caipira já aparecem como sendo oferecidas pelo Departamento de Música da Escola de Comunicação e Artes, da Cidade Universitária, em São Paulo.
CAPITAL CAIPIRA
O maestro Rui Torneze, da Orquestra Paulistana de Viola Caipira, concorda com Vilela. "São Paulo é maior capital caipira do Brasil", define, lembrando que a maioria dos 50 integrantes de seu grupo é paulistana. "Mas muitos são de famílias que vieram do interior."
Fundada em 1997, a orquestra reúne violeiros do Centro de Educação Musical Tom Jobim e do Instituto São Gonçalo de Estudos Caipiras. "Todo mundo que toca aqui ou é aluno ou é professor", simplifica Torneze. Aliás, o aprendizado é constante. "Costumo brincar que para se tornar violeiro é preciso estudar por 40 anos." Com uma bela trilha sonora, cheia de ponteados e poesia.
O maestro Rui Torneze, da Orquestra Paulistana de Viola Caipira, concorda com Vilela. "São Paulo é maior capital caipira do Brasil", define, lembrando que a maioria dos 50 integrantes de seu grupo é paulistana. "Mas muitos são de famílias que vieram do interior."
Fundada em 1997, a orquestra reúne violeiros do Centro de Educação Musical Tom Jobim e do Instituto São Gonçalo de Estudos Caipiras. "Todo mundo que toca aqui ou é aluno ou é professor", simplifica Torneze. Aliás, o aprendizado é constante. "Costumo brincar que para se tornar violeiro é preciso estudar por 40 anos." Com uma bela trilha sonora, cheia de ponteados e poesia.
fonte: Jornal Estado de SP - 02/10/2008
terça-feira, 5 de julho de 2011
Fé do violeiro
Pai Nosso do Violeiro
Por Samira Liana
Pai Nosso que estais no céu,
santificado seja o seu nome nas cordas da minha viola
e no seu choro como de um berrante.
Venha a nós o vosso reino e a nossa alma o som da viola tão exuberante.
Seja feita sempre a vossa vontade mas que eu seja um violeiro marcante.
assim na terra como no céu minha viola nunca deixe de ser tão tocante.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje e que a viola nos seja um bem constante.
Perdoai-nos as nossas ofensas e as vezes que eu fui ignorante
em não mostrar as pessoas esta arte tão importante
que são os ponteios da viola e o seu gemido estonteante.
Que eu tenha a viola sempre por companheira
e em meus dedos as marcas de suas cordas deslizantes.
Mas Senhor, Não nos deixes cair em tentação,
livra-nos do mal e de ficarmos da viola distantes.
Amém.
Por Samira Liana
Pai Nosso que estais no céu,
santificado seja o seu nome nas cordas da minha viola
e no seu choro como de um berrante.
Venha a nós o vosso reino e a nossa alma o som da viola tão exuberante.
Seja feita sempre a vossa vontade mas que eu seja um violeiro marcante.
assim na terra como no céu minha viola nunca deixe de ser tão tocante.
O pão nosso de cada dia nos daí hoje e que a viola nos seja um bem constante.
Perdoai-nos as nossas ofensas e as vezes que eu fui ignorante
em não mostrar as pessoas esta arte tão importante
que são os ponteios da viola e o seu gemido estonteante.
Que eu tenha a viola sempre por companheira
e em meus dedos as marcas de suas cordas deslizantes.
Mas Senhor, Não nos deixes cair em tentação,
livra-nos do mal e de ficarmos da viola distantes.
Amém.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Viola Açoriana
O litoral de Santa Catarina foi colonizado principalmente por portugueses originários do arquipélago dos Açores. As primeiras famílias vieram por volta de 1764 e se instalaram na Ilha de Santa Catarina e arredores.
Traço marcante na cultura catarinense, o Boi-de-Mamão é a expressão mais forte desse povo.
Posto aqui um vídeo produzido pelo violeiro açoriano Rafael Carvalho, onde aparecem os tipos de viola característicos das ilhas do arquipélago português.
Traço marcante na cultura catarinense, o Boi-de-Mamão é a expressão mais forte desse povo.
Posto aqui um vídeo produzido pelo violeiro açoriano Rafael Carvalho, onde aparecem os tipos de viola característicos das ilhas do arquipélago português.
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